sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Marketing digital: como investir no futuro do e-commerce

Grande tendência para 2015, o marketing digital se configura hoje em uma das principais áreas de investimento no e-commerce. A ferramenta, aliás, não é mais uma opção para as empresas – ela já se transformou em uma exigência do mercado e quem quer se destacar em meio à concorrência não pode deixar de investir.
A demanda por esse tipo de serviço e a procura por profissionais do segmento é maior a cada dia. E, por esse motivo, já passou da hora de se preparar. Descubra quais são as estratégias que os empresários virtuais podem adotar para melhorar os resultados de seus negócios neste novo ano!
  1. Dispositivos móveis
O mobile commerce é uma realidade que não pode ser ignorada. O consumidor mudou seu comportamento e hoje os smartphones estão presentes em grande parte das atividades cotidianas das pessoas. Uma delas é, com certeza, a compra.
O lojista virtual que pretende conquistar clientes precisa investir em tecnologias próprias para os dispositivos móveis, como o design responsivo. O marketing digital, por sua vez, precisa abranger mais de um canal, conquistando pessoas através de diversas mídias para não perder sua influência.
  1. Personalização
A personalização não é nenhuma grande novidade, mas algumas empresas de e-commerce ainda não se dedicaram a ela. Hoje, muitas ferramentas estão disponíveis para que os lojistas reúnam informações a respeito de seus consumidores, o que torna as estratégias de marketing mais efetivas.
O mercado oferece uma série de recursos de pesquisa e mensuração, como é o caso do CRM, voltados a auxiliar os lojistas e as empresas a criarem propagandas realmente focadas nos interesses e nas necessidades dos clientes.
Campanhas personalizadas são importantes para mostrar aos clientes que sua empresa realmente está interessada em acompanhar a demanda de seu público, atendendo seus clientes com qualidade e trabalhando para deixá-lo sempre satisfeito. Não deixe de investir.
  1. E-mail marketing
O e-mail marketing de 2015 não pode mais ser tratado como veículo de comunicação em massa. O marketing digital deve priorizar o relacionamento com os clientes, tratando suas necessidades como únicas e exclusivas.
A tendência, então, é que exista uma segmentação cada vez maior nas campanhas de e-mail marketing, principalmente depois que os recursos de personalização e customização começaram a ser encarados com a devida importância.
  1. Canais de comunicação
Outra forma muito importante de demonstrar preocupação em relação à satisfação dos consumidores é oferecendo um canal de comunicação acessível e eficiente. Os clientes precisam ter espaço para tirar dúvidas, fazer reclamações ou elogiar produtos e serviços.
Uma ferramenta bastante usada atualmente é o chat online, que oferece ao usuário a possibilidade de dialogar em tempo real com a loja. Isso facilita, por exemplo, o processo de compra, pois é possível solucionar alguma questão já durante a navegação.
Além de dar atenção àquilo que seu cliente tem a dizer, é importante trata-lo com educação e esforço para agradá-lo, estimulando compras futuras e, quem sabe, fidelizando-o no futuro. Acredite: essa estratégia seria um ótimo diferencial para o seu negócio!
  1. Redes sociais
As redes sociais também representam outra novidade no comportamento do consumidor. Elas já fazem parte do dia a dia das pessoas, principalmente depois da popularização dos smartphones e tablets. Isso significa que a empresa que não investe nesses espaços está perdendo grandes oportunidades de obter sucesso!
Além de aproximar a marca dos clientes, a presença de uma loja nas redes sociais é importante para fixar seu espaço na mente e nas preferências do consumidor de forma mais acessível e amigável.
Dica importante: produzir conteúdo de qualidade e com relevância para seu público alvo é a maneira mais efetiva de se destacar nas mídias sociais e tirar a atenção da concorrência. As redes sociais também exercem forte impacto no SEO, portanto investir em um blog para a sua empresa também será válido no momento de se fortalecer entre as demais nos mecanismos de busca.
  1. O conteúdo
Para complementar o item anterior, é importante reforçar a importância do conteúdo. Vivemos um momento em que as pessoas estão cada vez mais interessadas por informação – e essa é uma ótima ferramenta para as marcas que desejam estabelecer sua autoridade no mercado, ganhando mais respeito diante dos consumidores.
Gerar conteúdo interessante para informar, esclarecer ou entreter os usuários é uma forma de criar relacionamento, garantindo a preferência das pessoas em futuras compras – o que pode levar à fidelização.
  1. Remarketing
As estratégias de remarketing são cada vez mais usadas pelos lojistas que desejam aumentar a visibilidade de sua empresa. Hoje, o remarketing é um dos pontos principais quando se fala em marketing digital para 2015.
Com o rastreamento dos sites visitados pelos usuários através dos cookies do navegador, é possível oferecer anúncios dos produtos ou serviços vistos anteriormente em outros websites.
Essa técnica pode ser muito eficiente no momento de estimular a compra, principalmente quando o cliente ainda estava em dúvida quando viu o produto e, quando finalmente decidiu adquiri-lo, não conseguiu mais encontrar o website visitado. Com o remarketing, isso não acontece mais.
  1. Links patrocinados
Na área dos links patrocinados, que continua forte neste ano, o Google vem perdendo espaço para o Facebook. Para tentar se recuperar, o Google AdWords desenvolveu recursos mais sofisticados e com maior poder de segmentação, outra maneira de competir com os Facebook Ads. Os novos custos de veiculação, por sua vez, ficam cada vez mais caros.
  1. Big Data
Como não é novidade para ninguém, o poder hoje é de quem detém a informação. É por isso que o Big Data talvez seja uma das estratégias mais importantes para definir campanhas de marketing digital em 2015.
A tendência é que, em meio a muitos avanços na tecnologia e nos sistemas, a estratégia esteja cada vez mais presente entre as ferramentas de divulgação online.
Carreira em alta por mais um ano
Os profissionais da área já devem ter sentido que estão sendo mais valorizados no mercado, justamente pela falta de mão de obra qualificada. Para eles, este ano será de muito trabalho e grandes oportunidades. Atenção, lojistas: os profissionais com boa formação estão disputados. Não deixe que sua loja fique sem um, pois o marketing digital é o futuro (e já o presente) do e-commerce!

O marketing digital para resultados

Um dos grandes benefícios do marketing digital é a sua capacidade de mensuração. Veja como fazê-la da forma mais eficiente.

Com o marketing digital, é possível acompanhar e avaliar o resultado de praticamente tudo.No entanto, essa infinidade de métricas faz com que seja fácil nos perdermos em minúcias, ou então buscar otimizar coisas que ainda não são grandes problemas ou oportunidades do ponto de vista do negócio.
Costumo dizer que análise web é como uma “cebola” que precisa ser descascada em diferentes níveis, do mais macro/estratégico para o mais detalhado/operacional.
Neste artigo, vou ilustrar os principais pontos a serem avaliados em cada um desses níveis:
1o Nível: Funil de Marketing/Vendas (métricas do negócio)
Aqui é importante avaliar como o marketing está contribuindo de forma direta para os resultados do negócio.
A forma mais comum de se fazer isso é medindo o número de pessoas que passam pelas diferentes etapas do funil de vendas dentro de um período. Um funil bastante comum, especialmente em negócios B2B, é o:
Visitantes -> Leads -> Oportunidades -> Clientes
Ao medir os números absolutos e as taxas de conversão de cada passo, é possível identificar onde o funil está “vazando”, e consequentemente, onde deve ser a prioridade na busca por melhorias.
2o Nível: Conversões por fonte de tráfego
Aqui começamos a olhar a eficiência dos diferentes canais do marketing digital.
Primeiro, é importante compreender quais são as fontes que mais trazem tráfego para o site. O gráfico abaixo ilustra essa informação.
Porém, às vezes uma determinada fonte é boa para atrair tráfego, mas não para gerar conversões em Leads e Clientes. Por isso vale fazer a mesma análise nas outras partes do funil. Para o mesmo exemplo, veja a diferença da geração de Leads por cada fonte de tráfego.
3o Nível: Análise dos canais
Aqui é a hora de se aprofundar na análise de um canal específico que se deseje melhorar. Cada canal tem suas próprias peculiaridades e métricas (aprenda sobre o assunto neste ebook gratuito).
Para ilustrar um exemplo, veja como é possível analisar o desempenho do Google Adwords tanto por grupos de palavras compradas quanto por buscas efetivamente realizadas pelos usuários.

Métricas indiretas
Há ainda diversas outras métricas que, dependendo do tipo de negócio, são mais ou menos importantes, como por exemplo: custo por lead, pageviews, fãs/seguidores, e-mails, ticket médio de compra etc.
O mais importante é começar a acompanhar as métricas que têm relação direta com o negócio, de preferência com um dashboard visível a todos na organização. Depois, aos poucos ir se aprofundando e identificando oportunidades de melhorias com alto impacto.

Eric Santos (@ericnsantos) é co-fundador e CEO da Resultados Digitais, empresa criadora do RD Station, plataforma de Marketing Digital para médias e pequenas empresas. 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Glossário de Marketing Digital

Edge rank? PWAT? Nutrição de Leads? Quem trabalha com Marketing Digital (ou é um curioso pela área) sabe que é comum se deparar com algum termo ou sigla que você nem desconfia qual é o significado. O universo da Internet é cheio deles, e os profissionais da área precisam conhecê-los.
Para facilitar a sua vida, listamos abaixo os principais termos que usamos em nossos posts e materiais educativos e fizemos uma breve explicação de cada um. Para ajudar na busca, separamos os conteúdos por afinidade. Boa leitura!

Marketing e Vendas

AIDA – É um acrônimo que abrevia um processo de conversão, com s etapas Atenção, Interesse, Desejo e Ação. A AIDA é um modelo baseado no comportamento humano natural na tomada de decisão e é utilizado no Marketing para direcionar melhor os usuários para a conversão desejada. 
Automação de Marketing – Mecanismos que permitem a execução de ações de Marketing Digital de maneira automatizada para facilitar o trabalho e acelerar resultados. Em geral o termo é mais utilizado no contexto de disparo de emails a partir de um comportamento específico do usuário (Nutrição de Leads), mas ele vai além isso.
Conversão – Realizar a ação que a empresa deseja que o usuário realize. Exemplos: preencher um formulário, realizar uma compra, assinar um teste, etc. 
CRM – Sigla para Customer Relationship Management (Gerenciamento de relacionamento com clientes). Softwares de CRM oferecem soluções para uma boa gestão de relacionamento com clientes, como organização e armazenamento de informações e controle de contatos (conversas, reuniões realizadas, agendamentos, etc).
CRO – Sigla para Conversion Rate Optimization (Otimização de taxa de conversão). Estratégias de CRO são focadas em aumentar o percentual de visitantes que realiza as conversões desejadas no site da empresa.
CTA – Call to Action – A tradução literal seria “chamada para ação”. São comandos passados aos usuários para que eles realizem uma ação esperada pela empresa. Podem ser botões, banners ou mesmo textos com links. Em geral, utilizam verbos no imperativo. Exemplos: “clique aqui” e “aproveite essa oferta”! 
eBook – Na tradução literal, é livro eletrônico. No contexto do Marketing, é um Material educativo sobre algum assunto da área de atuação de uma empresa. São mais densos que posts em blogs e devem explorar mais a fundo o tema proposto. 
Edge Rank – Algoritmo do Facebook que determina a relevância de posts e quais aparecem – ou não – no feed de notícias do usuário. É baseado em três fatores: afinidade (se há interações prévias com a fanpage), formato do post (link, vídeo, imagem) e tempo que a postagem foi feita (quanto mais antigo, menores as chances de aparecer). 
Formulário de conversão – Campos que o visitante preenche em troca de algo (uma oferta, um cadastro para newsletter, entrar em contato com a empresa, etc).
Funil de vendas – Representação em pirâmide invertida dos diferentes estágios em que os potenciais clientes de uma empresa estão no processo de venda. Costuma ser dividido em Topo de Funil (ToFu), Meio de Funil (MoFu) e Fundo de Funil (BoFu). Em estratégias de Marketing Digital é essencial produzir conteúdos para pessoas em cada um desses níveis. 
  • Tofu – Sigla para Topo de Funil (Top of the funnel) – estágio inicial de um Lead no processo de venda, ainda longe do momento da compra. Os materiais para topo de funil são mais introdutórios e possuem o objetivo de transformar o visitante em Lead.
  • Mofu – Sigla para Meio de Funil (Middle of the funnel) – estágio intermediário de um potencial cliente no processo de venda. Os materiais de meio de funil têm o objetivo de fortalecer o relacionamento e a credibilidade da empresa e gerar demanda pelo produto ou serviço.
  • Bofu – Sigla para Fundo de Funil (bottom of the funnel) – estágio final do processo de venda, quando o Lead está próximo a se tornar um cliente, pronto para a compra. Os materiais de fundo de funil devem mostrar ao potencial cliente que a sua opção é a melhor possível para o caso dele.
Geração de Leads – Converter os visitantes do site da empresa em Leads. 
Growth Hacker – Cargo totalmente focado em gerar crescimento rápido na aquisição de clientes. Envolve diferentes setores da empresa (marketing, produto, etc.) e testa diversos canais e meios para aumentar a base de clientes.
Inbound Marketing – O “novo marketing” é focado em atrair os potenciais clientes, conquistar sua confiança e direcioná-los para o momento da venda. A ideia é que o cliente venha até a empresa, ao invés de a empresa ir até o cliente. Para isso, usa a criação de conteúdos relevantes (Marketing de Conteúdo) e estratégias em meios digitais para atingir o seu público-alvo e construir um relacionamento com ele.
Inside Sales – Diferente das vendas tradicionais, é quando o vendedor faz a venda de dentro do escritório via telefone, Skype e outros meios de comunicação. Não há encontro físico na negociação. 
Landing Page – O termo (página de aterrisagem) pode representar qualquer página que sirva como porta de entrada de um visitante do seu site. No entanto, no contexto de Marketing Digital costuma ser mais utilizada como uma página criada com um propósito específico de conversão.  O caso mais comum é a página com o formulário para conversão de visitantes em Leads (<Veja a definição de Lead abaixo).
Lead – Pessoa que deixou seus dados em um formulário de conversão e demonstrou interesse na sua empresa, produtos ou tema de mercado, podendo ser considerado um potencial cliente Por meio de relacionamento, ele pode caminhar pelo Funil de venda até que se torne um cliente.
Lead Scoring – Algoritmo que determina uma pontuação para determinados perfis e comportamentos de um Lead, para analisar se ele Lead é qualificado ou não. 
Links Patrocinados – São anúncios pagos exibidos com destaque em páginas de resultados de uma busca ou em sites afiliados (rede de Display). Em muitos casos o termo é usado como sinônimo do Google Adwords. Na página de resultados, são exibidos de acordo com as palavras-chave usadas na busca e na rede de display, de acordo com o tema relacionado. 
Long tail keyword (palavras-chave da cauda longa) – Termos mais específicos e menos concorridos na busca orgânica e em leilões de palavras-chave de Links Patrocinados. São boas apostas para quem ainda não tem muita autoridade, mas quer aparecer nos resultados de buscas. Por exemplo: “bolsa feminina em palha para praia” em vez de “bolsa feminina”.
Marketing de Conteúdo – Parte do Inbound Marketing, é baseado em atrair o interesse dos consumidores por meio da produção de conteúdo relevante para o público-alvo, por esse motivo pode-se dizer que é um “marketing de atração”. Entre suas ações está direcionar conteúdos para pessoas nos diferentes estágios do Funil de vendas.
Nutrição de Leads – Técnica de automação de marketing para o envio de uma sequência de emails após um determinado evento, com o objetivo de conduzir o Lead pelo funil de venda e aproximá-lo do momento da compra. Exemplo: após baixar um eBook sobre Marketing no Facebook, o usuário pode receber emails automáticos com sugestões de posts ou materiais sobre isso, estudos de caso e até mesmo a oferta de algum produto/serviço relacionado ao tema.
Outbound Marketing – Seria o marketing tradicional, em que empresas usam publicidade para “empurrar” seus produtos e serviços aos consumidores. Podemos dizer que é o “marketing de interrupção”, pois suas estratégias e canais não focam em um público específico. São exemplos: comerciais de TV e outdoors, por exemplo.
Pagamento social – Modalidade em que o usuário faz uma postagem em uma mídia social em troca de uma oferta. Isso ajuda a disseminar determinado conteúdo com mais rapidez. 
Palavra-chave – Pode ser a palavra (ou as palavras) que resume o tema principal de um texto, frase, parágrafo etc. Em SEO, é baseado nesses termos que são feitos os esforços de otimização de uma página. Em um texto sobre uma nova versão light para ração de cachorro, a palavra-chave pode ser “ração light para cachorro”. Palavra-chave também é utilizado para indicar os termos que o usuário utiliza ao fazer uma busca no Google.
PWAT – Sigla para “Pay with a tweet”. 
Rede de Display do Google: é uma grande rede de sites (blogs, portais, etc.) em que os anúncios de campanhas do Google Adwords são exibidos.
Remarketing (ou retargeting) – Exibição de anúncios após a visita de um usuário a um site. Exemplo: uma pessoa entra numa página de serviços de Internet e depois disso, ao visitar outros sites, aparecem anúncios dessa mesma empresa nos banners de publicidade. Essa “perseguição” acontece pela instalação de cookies no computador do usuário. Retargeting é o nome da prática e remarketing é o nome que o Google deu ao seu serviço de retargeting.
Segmentação de Leads – Para otimizar os resultados de ações de relacionamento como o envio de email marketing, é indicado segmentar a base de contatos de acordo com um determinado critério. Por exemplo: clientes de uma região ou de um setor do mercado podem receber disparos focados para a sua realidade.
Squeeze page – É o modelo de Landing Page focado na captação de emails.
Qualificação de Lead – Processo para classificar quais Leads são boas oportunidades e devem ser abordados pela equipe de vendas, quais ainda não estão no momento da compra e Leads ruins para venda (aqueles que não têm perfil para se tornar um cliente).
Taxa de conversão – Porcentagem de visitantes que realiza a conversão desejada. Exemplo: se a taxa de conversão de uma Landing Page for 70% isso quer dizer que 70 em cada 100 visitantes viraram Leads.
Webinar – Conteúdo disponibilizado para o público em formato de vídeo (abreviação de seminário Web). Pode ser uma aula, palestra, um debate, entre outras opções. Pode ser exibido ao vivo ou gravado.

Métricas

CAC – Custo de Aquisição de Cliente. É uma métrica significativa para as empresas para saber o quanto estão gastando para conquistar cada novo cliente e serve para definir o orçamento e as ações de marketing.
CPC – Custo por Clique. É uma forma de cobrança de serviços como anúncios pagos (Adwords e Facebook Ads, por exemplo), no qual o pagamento é feito pelo número de cliques realizados.
CPA –  Custo por Aquisição. É uma forma de cobrança como o CPC, porém calculada em cima das conversões realizadas, e não dos cliques.
CTR – Sigla para Click through Rate, é o número de cliques dividido pelo número de impressões (visualizações) de um anúncio exibido, por exemplo, em serviços como Google Adwords, Facebook Ads e LinledIn Ads. Essa taxa é extremamente importante para avaliar o desempenho dos anúncios, pois um anúncio com CTR baixo tem poucos cliques em relação a visualizações e geralmente custa mais caro, devendo ser otimizado.
KPI – Sigla para Key Performance Indicators. São os indicadores definidos para medir o progresso de suas ações para alcançar uma determinada meta.
Pageviews – São as visualizaçõe de páginas de um site. Atenção: pageviews são diferentes de visitas. Para ficar claro: em uma visita, você pode ter mais de um pageview numa mesma página, isso vai apenas depender de quantas vezes o usuário entrou nela.
ROI – Sigla para Return on Investment (Retorno sobre Investimento, em português). É a relação entre o dinheiro ganho (ou perdido) e o que foi investido em seus esforços de marketing.
SEM – A sigla para Search Engine Marketing. O SEM é um conjunto de estratégias de marketing com o objetivo de promover um site nas páginas de resultados dos buscadores, como Google, Yahoo, etc. Geralmente o SEM é dividido entre SEO (otimização para o site aparecer na Busca Orgânica) e anúncios em Links Patrocinados, como o Google Adwords.
SEO –  É a sigla para Search Engine Optimization (otimização para buscadores). SEO é o conjunto de técnicas, estudos e métodos que visam melhorar o posicionamento das páginas de um site em mecanismos de busca como o Google. 
Visita – É um acesso a um site. Um visitante pode fazer mais de uma visita em um site, por exemplo. Se ele fechar o site e entrar de novo em um intervalo maior do que 30 minutos, isso contabilizará duas visitas de um mesmo visitante.
Visitante – É o usuário que faz as ações no site durante uma sessão.
Visitante Único – É o visitante que, se já entrou em determinado site e teve um cookie instalado em seu computador, contabilizará como o mesmo visitante em diferentes ocasiões. Dessa forma é possível saber quantos visitantes um site teve, sem contar o mesmo usuário mais de uma vez.
Visitantes de retorno – É um visitante único que tenha entrado mais de uma vez em um site.
Web Analytics – É a ação de mensurar, coletar, analisar e reportar os dados da Internet, com o propósito de entender e melhorar a usabilidade dos usuários e melhorar os resultados das ações em seu site e outros canais digitais.

Blog, site e conteúdo

Adwords – É um serviço de publicidade do Google – e principal fonte de receita da empresa. É pelo Adwords que os sites fazem anúncios pagos que aparecem nas páginas de resultado do Google, na parte superior e na lateral direita, e na rede de Display. 
Alternative text (Alt text) – É o texto usado para descrever uma imagem na web. Ferramentas de busca leem o Alt text da imagem, o que ajuda a entender melhor o conteúdo. Se o navegador não conseguir carregar a imagem, esse texto será exibido no lugar dela.
Anchor text – É o texto de um link para outra página. Normalmente, esse texto é de cor azul e sublinhado. O Anchor text ajuda as ferramentas de busca a entender o destino do link, por isso é bom escolher com cuidado.
API – Sigla de Application Programming Interface. API é o conjunto de padrões de programação que permite que um software interaja com outro. Um exemplo é o próprio RD Station, que permite integrações com sites e outros softwares por meio da API.
Autoridade de página – É o quanto os buscadores valorizam uma página em relação a outras para posicioná-la nos resultados da busca referente a um termo (palavra-chave) específico. A quantidade e a qualidade de links que direcionam para ela são os principais elementos analisados para isso.
Autoridade do site (autoridade do domínio) – Assim como a autoridade de página, é o quanto buscadores valorizam um domínio como um todo e suas páginas para posicioná-las nos resultados de busca. 
Black hat – São práticas antiéticas de SEO para posicionar bem um site em buscadores como o Google.
Blog –  O blog é uma página web atualizada freqüentemente, composta por posts  geralmente apresentados de forma cronológica. Seu nome veio da união das palavras inglesas “web” e “log”, então em uma tradução livre podemos traduzir como “diário online”. No Marketing Digital, os blogs são um espaço para as empresas produzirem e postarem conteúdo de interesse de seu público, para atrair visitantes e tornar-se referência na área.
Busca orgânica – É o tráfego vindo do bom posicionamento orgânico (gratuito) em ferramentas de busca como o Google, em que os resultados são listados de acordo com a palavra-chave procurada.
Canonical tag –  Quando duas páginas ou mais têm o mesmo conteúdo (ou muito parecido), esse conteúdo duplicado distribui a “força” dessas páginas entre elas. Com o uso da canonical tag, as ferramentas de busca transferem a autoridade de uma página para a outra.
Cookies – São arquivos simples inseridos no navegador do usuário quando ele visita um site. Esse arquivo tem informações básicas como IP, preferência de idioma, etc. Assim, em visitas futuras o site é possível identificar esse visitante e suas preferências.
CSS – Sigla para Cascading Style Sheets, é uma linguagem de estilo para fazer a apresentação de páginas, como layout de página, cores, fontes, etc.
Domínio – É o principal endereço de um site, a raiz de todas as páginas. Exemplo: www.seusite.com.br
Erro 404 – Essa página de erro aparece quando um código de resposta que indica que o servidor não pôde encontrar o que foi solicitado, como uma página no seu site que não existe mais, por exemplo.
Guest Post – Um post escrito em um blog por um “convidado”, diferente dos autores regulares, que tenha relação com a área de atuação da empresa e possa agregar conhecimento aos leitores.
Google Hummingbird – Algoritmo do Google lançado em 2013. Rápido e preciso, ele vai além da palavra-chave, interpretando sinônimos, contexto e outros fatores como localização e buscas anteriores.
Google Panda – Algoritmo criado pelo Google para analisar principalmente a qualidade dos conteúdos de um site e inibir a criação de conteúdos de baixa qualidade para os usuários.
Google Penguin – Algoritmo criado pelo Google para analisar principalmente a qualidade dos links de um site, para inibir a troca de links de baixa qualidade.
Hard bounce – É a falha na entrega de emails por uma razão permanente, como um endereço de email que não existe.
Heading Tags (H1, H2, H3, ..) – São recursos de programação em HTML para apresentar os títulos e sub-títulos de uma página. A tag H1 é um dos elementos mais importantes de uma página e é um dos critérios analisados pelo Google para posicionar o seu site nos resultados de busca.
Hiperlink – É um conteúdo clicável em uma página que leva para outra página, site ou mesmo outra parte da mesma página. Pode estar inserido em um texto, botão ou imagem.
HTML – Sigla para HyperText Markup Language, HTML é uma linguagem de marcação utilizada para programação de páginas na web.
Layout – É como uma página é desenhada. O layout de uma página vai depender da criatividade e do conteúdo que ela vai conter, pensando sempre na melhor usabilidade para o usuário.
Link Building  – É o processo de conseguir mais links externos para o seu site com o intuito de melhorar o posicionamento nas ferramentas de busca. É importante que essa “construção de links” seja feita de forma natural, com outros sites relevantes e que atuem no mesmo mercado ou próximos ao seu, pois o Google penaliza sites com troca de links irrelevantes ao usuário.
Links internos – São os links dentro de um site que direcionam para outras páginas do mesmo domínio.
Links externos – São os links que direcionam para páginas fora de seu próprio domínio.
Metadados – São os dados que falam para as ferramentas de pesquisa sobre o que se trata um site ou página.
Meta descrição (Meta description) – É uma breve descrição de uma página, que aparece nas páginas de resultados das buscas. Apesar de não ajudar no posicionamento, a meta descrição auxilia a atrair visitantes ao site, pois resume o conteúdo da página nos resultados dos buscadores.
Mobile – Termo usado para se referir a celulares ou outros dispositivos móveis.
No follow – É um atributo posto em links para que não sejam rastreados pelas ferramentas de busca, de modo a não passar autoridade para a página de destino.
Pagerank – É um algoritmo criado pelo Google para avaliar os sites em uma escala de 0 a 10. Ele engloba uma série de fatores de avaliação, como a estrutura do site, número de pageviews, taxa de rejeição, relevância do conteúdo, links etc.
Page title – É o texto que aparece na aba de seu navegador quando abre uma página e também como linha de destaque na página de resultados do Google. O Page title é um dos elementos mais importantes em SEO, então deve conter as palavras-chave de maior importância de cada página do site.
Off Page – Elementos exteriores à página e que influenciam em seu posicionamento nos resultados de buscadores como o Google, como os links que direcionam para ela.
On Page – Elementos que estão dentro da página e que influenciam nos resultados de buscadores como o Google, como page title, headings e atributo alt em imagens.
Opt-in – É a escolha de optar por receber informações via email ao inscrever seu endereço de email em um formulário de um site, dando assim permissão para entrarem em contato com o usuário.
Opt-in duplo – É a prática de enviar para o usuário um email de confirmação da assinatura em sua lista. Ele só receberá os emails seguintes se clicar nessa mensagem.
Prova social (social proof) – No marketing, é o fato de se aproveitar da aprovação de outras pessoas para transmitir mais credibilidade e empatia. Se uma página é muito curtida no Facebook, por exemplo, as pessoas tendem a julgar a empresa como relevante e confiável.
Redirecionamento 301 (redirect 301) – É o processo de direcionar uma página para outro endereço. Um exemplo clássico são os sites que possuem versão com e sem www. Para que o site não tenha as páginas duplicadas, aplica-se o Redirecionamento 301 em uma das versões. Assim, a autoridade da página direcionada será unida à da página ativa. O mesmo pode ser feito em outras situações.
SERP –  Do inglês Search Engine Results Page, é a página de resultados da ferramenta de busca.
Sitemap – Um mapa onde estão listados os endereços para acessar as páginas de um site. Sitemaps HTML são usadas para visitantes navegarem e sitemaps XML são usados pelos buscadores. 
Soft bounce – É a falha na entrega de emails por uma razão temporária, como caixa de emails cheia.
Teste A/B –  Teste feito com duas versões diferentes de uma página, para avaliar qual tem o melhor desempenho com a interação do público. Um exemplo é uma página com um formulário com 4 campos e uma versão com 8 campos. A que tiver mais conversão no teste A/B prova ser a que oferece uma melhor experiência ao usuário.